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  • aplicativo Alfabantu

    Logotipo Alfabantu

    Alfabantu: crianças se divertem ao aprender o kimbundu

    AplicativoIdioma

    blur_on Em 03-04-2018 às 19h0min. Fontes: Portal MEC. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    Inspirados pelo aplicativo Asa, criado pelo nigeriano Adebayo Adegbembo, que ensina a língua iorubá, a história e cultura da Nigéria e da África, o historiador Edson Pereira e a socióloga Odara Dèlé desenvolveram o aplicativo Alfabantu que ensina a língua falada pelo povo kimbundu, de Angola. O aplicativo visa o público infantil e apresenta o idioma de maneira lúdica e educativa: o aprendizado é simultâneo ao divertimento.

    O aplicativo Alfabantu surgiu, na verdade, de uma necessidade de nós, educadores, tanto eu como o Edson, termos material de apoio dentro das escolas. A gente percebia uma dificuldade dos educadores em aplicar essa lei. Ou eles falavam de um contexto histórico da população afro-brasileira apenas no período da escravidão, ou simplesmente silenciavam, não falavam. Então, por isso surgiu a ideia de criar um material que fosse interativo para as crianças, no qual elas conseguiriam aprender e brincar.
    Odara Dèlé, socióloga

    O aplicativo Alfabantu

    Foto: Divulgação

    Durante a pesquisa, o casal descobriu que crianças e pré adolescentes passam cerca de 80% do seu tempo livre com os telefones celulares em mãos. Com essa informação, o objetivo se tornou potencializar os conteúdos que são vistos e usá-los de forma positiva: ao permanecer no celular, acessa conteúdo de qualidade.


    Saiba Mais
    Aplicativo disponível para Android
  • reestruturação do espaço físico do ICHF

    Foto: Wellington de Oliveira Teixeira

    Representantes da Reitoria conhecem a reestruturação do espaço físico do ICHF

    RestruturaçãoEspaços Físicos

    blur_on Em 25-08-2017 às 16h10min. Atualizado para correções às 18h20min. Fontes: . Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    Desenvolver uma universidade exige a preocupação com a qualidade de um ensino crítico e reflexivo, acompanhada em igual proporção pela compreensão da diversidade e pelos ideais de solidariedade humana e respeito à liberdade. Essas características fazem do ICHF um instituto que efetiva sua missão na Universidade pública.

     
    Reitor e Vice-reitor da UFF, Direções dos institutos ICHF e IHT e Representantes dos consulares do Brics

    Reitor e Vice-reitor da UFF, Direções dos institutos ICHF e IHT e Representantes dos consulares do Brics e da SRI UFF

    Foto: Wellington de Oliveira Teixeira

     

    A atual Direção do ICHF, de forma dialogada com a comunidade, vem identificando questões e desenvolvendo a remodelação e a humanização dos espaços físicos. Salas para diferentes tipos de atividades de graduação, extensão e de pós-graduação capacitadas para receber um público inferior aos dos grandes auditórios (até 40 pessoas), foi definida como uma das prioridades.

    As novas instalações do Bloco O não apenas ampliam como melhoram a capacidade do Instituto para realizar eventos em ambiente apropriado e foram apresentadas a alta administração da UFF que veio participar da inauguração do Núcleo de Estudos dos Países Brics (NEPB) e conhecer a reformulação dos espaços do Instituto, neste 24-AGO.

    A reestruturação do ICHF se dá em um contexto de reformulação institucional, por conta da constituição de dois novos Institutos, o de Psicologia e o de História, e permitirá um uso racional e eficiente para todos os usuários e uma administração mais eficiente.
    Alessandra Siqueira Barreto, diretora do ICHF


    A professora Alessandra identifica que o projeto já estruturou a Administração, as Secretarias Gerais do ICHF e a das Coordenações de Cusos de Graduação, o espaço do refeitório, que também poderá ser utilizado para pequenas reuniões dos trabalhadores, além da ampla Sala de Estudos no térreo do Bloco O (sala 102). No entanto, seu olhar avança agora para a melhoria dos espaços de representação estudantil (Diretórios e Centros Acadêmicos) e diversas instalações de Rede e Internet, que estão obsoletas e apresentam problemas crônicos.

    É importante destacar que a participação de toda a comunidade do ICHF, desde a indicação de necessidades às sugestões de localização e remodelação, foi essencial para viabilizar as estruturas já estabelecidas, assim como o será para as próximas.

  •  Combate ao Assédio Sexual

    Divulgação da Enquete

    Enquete sobre Assédio Sexual amplia as ferramentas de combate à prática na UFF

    PesquisaAssédio Sexual

    blur_on Em 15-08-2017 às 17h30min. Fontes: Sintuff. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    Não se cale e compartilhe conosco sua história para que juntos possamos enfrentar o problema. Se você conhece alguém que sofreu Assédio Sexual na UFF, por favor informe sobre esse formulário para juntos combatermos essa conduta nefasta. Juntos somos mais fortes, você não está sozinh@!.
    GT das Mulheres, Sintuff

    O Combate ao Assédio Sexual ganha um novo instrumento visando identificar, prevenir e combater os casos: a Enquete sobre Assédio Sexual para Comunidade Acadêmica da UFF. Nela, é importante ressaltar, a sua identidade não será revelada e o sigilo será garantido.

    A ação é fruto da atuação do GT das Mulheres do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da UFF (Sintuff), que desenvolveu um projeto para que o assunto seja abordado de maneira clara e objetiva: mapear os casos de assédio sexual na Universidade permitirá a elaboração de um programa de combate ao problema.

    A iniciativa recebe todo o apoio da Direção do ICHF, onde já está em debate um protocolo para atendimento às vítimas de assédio sexual e, com o desenvolvimento desse novo instrumento e a ampla divulgação das punições previstas em lei, será possível reduzir a impunidade para os assediadores e coibir a ação dos agressores.


    Veja também:

format_shapes Eventos Acadêmicos

Congressos, Seminários e Atividades afins

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  • Palestra

    Divulgação

    O Futuro da democracia, pós Golpe de 2016, será tema desenvolvido em Curso de Extensão.

    CursoExtensão

    blur_on Em 09-04-2018 às 16h40min. Fonte: Organizadores. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    No dia 10-ABR, às 14h no Auditório Hilton Sales (2°andar do Pavilhão Central, câmpus Seropédica), na Universidade Federal Rural do RJ (UFRRJ) ocorrerá a palestra de abertura do Curso de extensão O golpe de 2016 no Brasil e o futuro da democracia, que terá uma série de 12 encontros no período de 14-MAR a 16-AGO.

    Promovido pela Pró-Reitoria de Extensão (Proext/UFRRJ) e com organização dos professores Pedro Campos (Departamento de História e Relações Internacionais/DHRI) e Vladimyr Lombardo Jorge (Departamento de Ciências Sociais/DCS), o curso abordará os impactos do golpe em áreas como educação, campo jurídico, meios de comunicação, economia, entre outras.

    O curso de extensão é gratuito e será desenvolvido em diferentes campi da UFRRJ.


    Veja também:
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