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Serviço de Atendimento Móvel - é um programa que tem como finalidade prestar o socorro à população em casos de emergência. Ele funciona 24 horas, todos os dias da semana. A ligação é gratuita.
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        Disque Saúde (136)
    É um canal democrático de articulação entre o cidadão que exerce o seu papel no controle social e a gestão pública de Saúde, com o objetivo de melhorar a qualidade dos serviços prestados pelo SUS. Quando procurar o Disque Saúde:
    Denúncia:
    quando se quer indicar irregularidade ou indício de irregularidade na administração ou no atendimento por entidade pública ou privada de Saúde. Exemplos: Cobrança de procedimento, negligência médica.
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    quando se quer relatar insatisfação em relação às ações e aos serviços de saúde, sem conteúdo de requerimento. Exemplos: Demora no atendimento, falta de medicamentos.
    Solicitação:
    quando se requer acesso a atendimento ou a ações e/ou a serviços de saúde. Exemplos: Necessidade de consulta, tratamento, cirurgias.
    Pedido de informação:
    quando se busca instrução, orientação, esclarecimento ou ensinamento relacionado à saúde. Exemplos: Informações sobre doenças, programas e campanhas do Ministério da Saúde.
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        Disque Intoxicação (0800-722-6001)
    A Anvisa criou o canal para tirar dúvidas e fazer denúncias relacionadas a intoxicações. A ligação é gratuita e o usuário é atendido por uma das 36 unidades da Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica.
        CIEVS (0800-644-6645)
    Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde é o órgão coordenador das situações de crise, sendo responsável pelo acompanhamento dos agravos que, pelo seu elevado potencial de disseminação e/ou riscos à saúde pública, necessitam de acompanhamento. O CIEVS está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana e as notificações podem ser feitas através do 0800.
        CVE (0800-555-466)
    Centro de Vigilância Epidemiológica: Informações sobre doenças de Notificação Compulsória (sarampo, rubéola, dengue, leptospirose, leishmaniose, tuberculose, febre amarela, e outras).
Fonte: Ministério da Saúde

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  • Feira Agroecológica UFF

    : Divulgação UFF

    Feira Agroecológica ocorre às TER, das 8h às 16h, no Valonguinho

    Saúde

    blur_on Em 21-09-2017, atualizado em 27-09-2017 às 20h10min. Fontes: Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnologia em Saúde (Icict/Fiocruz) e Superintendência de Comunicação Social da UFF (SCS UFF). Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.


    O que a agroecologia não é capaz de alimentar o agronegócio, porque tem uma cadeia de insumos para agricultura que coloca o agricultor subserviente à indústria. Este pensamento de que o agronegócio alimenta o Brasil, não é verdade. Ele alimenta a balança comercial. Se não repensarmos o Brasil como produtor primário, vamos ficar refém do agronegócio. Então é o modelo de desenvolvimento que tem de ser repensado.
    Irene Maria Cardoso, presidente da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia)

    Para o pesquisador Marcelo Firpo (Ensp/Fiocruz), nas feiras existe um processo cultural e político de interlocução entre consumidores e produtores, sobre como os produtos foram obtidos, a qualidade dos alimentos, etc.

    A feira é um espaço importante, porque se compra produtos que estão fora das prateleiras convencionais. Os supermercados lucram bastante em relação ao produtor. As feiras orgânicas têm o mecanismo de venda mais direta, sem intermediários. Há uma relação direta com os produtores muitas vezes de uma agricultura periurbana que é totalmente invisibilizada dentro da própria cidade.
    Marcelo Firpo, Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador (Ensp/Fiocruz)


    Saudável e sustentável

    Respeito à natureza e ao meio ambiente, produtos frescos e livres de agrotóxicos, essa é a base da Feira Agroecológica, que ocorre toda terça-feira, das 8h às 16h, no Campus do Valonguinho.

    A iniciativa de professores e alunos da Escola de Nutrição da UFF, em parceria com pequenos produtores da região metropolitana do estado do Rio, tem como objetivo difundir os princípios da agroecologia em Niterói, além de incentivar o cultivo e o escoamento de alimentos de agricultura familiar.

    Aberta a toda comunidade, um dos destaques da feira é a variedade de produtos, como legumes, frutas, hortaliças, doces de compota, bolos e pães. Ficou curioso? Então, prestigie a Feira Agroecológica. Leve a sua sacola e participe!


    Plataforma das feiras orgânicas do Brasil

    A plataforma que permite encontrar as feiras orgânicas do Brasil, o Mapa de Feiras Orgânicas do Idec, permite realizar a busca por região, estado e município ou utilizar a opção de localização para ver onde estão as feiras perto de sua referência.

    Entre os resultados, você encontra três tipos de canais de comercialização de orgânicos: Feiras Orgânicas ou Agroecológicas, Grupos de Consumo Responsável e Comércios Parceiros de Orgânicos.

    O conteúdo oferecido na plataforma também foi ampliado: você tem acesso a receitas que podem ser feitas com os alimentos orgânicos e a uma biblioteca, que reúne diversos conteúdos sobre agroecologia, produção orgânica e alimentação saudável.


    Saiba Mais
    Agroecologia é alternativa para cultivo agrícola mais sustentável
    Encontre outras opções no Mapa das Feiras Orgânicas do RJ - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec)
  • Divulgação

    Café Científico debate Lipídeos e proteínas na alimentação

    Consulado da FrançaCafé Científico

    blur_on Em 14-11-2017 às 19h30min. Fonte: Consulado da França. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    Dia 17-NOV, às 19h, o Café Científico acontecerá na Midiateca do consulado da França, na Av. Presidente Antônio Carlos 58, 11º andar, Centro - RJ. Esta edição trará duas visões sobre o tema Alimentação de hoje e amanhã. Quais recursos e recomendações nuticionais para lipídeios e proteínas? apresentadas por Claire Bourlieu, pesquisadora do INRA Montepelier e por Mariana S. Larraz Ferreira da Unirio.

    Haverá tradução simultânea e a apresentação temática será complementada com debates.

  • vírus do HIV

    : Ministério da Saúde

    Aumenta a resistência às drogas usadas no tratamento da Aids

    AidsSaúde

    blur_on Em 20-07-2017 às 20h. Fonte: OMS, Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    Se quisermos alcançar a meta de acabar com casos de Aids globalmente em 2030, precisamos cuidar proativamente dos níveis de aumento da resistência a drogas contra o HIV.
    Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor geral da OMS

    Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta para o aumento da resistência às drogas usadas no tratamento da Aids. A resistência aos medicamentos se desenvolve quando as pessoas não seguem o tratamento prescrito, muitas vezes por falta de acesso contínuo a tratamento e cuidados de qualidade. Como efeito da resistência, os níveis de concentração de HIV no sangue do paciente continuam subindo em vez de ficar estáveis, facilitando a ocorrência de doenças oportunista e a transmissão de vírus resistentes a drogas para seus parceiros.

    Dos quase 37 milhões de pessoas convivendo com o HIV no mundo, 19,5 milhões de pessoas acessaram a terapia anti-retroviral em 2016. Para a maioria, o tratamento é muito eficaz na supressão do vírus do HIV. Mas cresce o número dos que enfrentam as conseqüências da resistência aos medicamentos.

    Em 6 dos 11 países pesquisados em África, Ásia e América Latina, mais de 10% das pessoas que iniciaram a terapia anti-retroviral apresentaram uma cepa de HIV resistente a alguns dos medicamentos mais amplamente utilizados contra o HIV. A OMS recomenda terapias alternativas de HIV para essas pessoas.

    A OMS destaca os impactos desse aumento na resistência, caso países não tomem atitude contra o problema, inclusiva mais óbitos, com modelos matemáticos que mostram um aumento de 135 mil mortes e 105 mil novas infecções, nos próximos cinco anos. Caso nenhuma atitude seja tomada, os custos com tratamentos aumentarão em mais de 650 milhões de dólares.

    Este relatório mostra um quadro preocupante de níveis crescentes de resistência às drogas para HIV, se não cuidado, vai gerar risco maior para o programa. Rogamos que as recomendações da OMS sejam efetivadas, ao menor sinal de ampliação da resistência, em cada Plano Nacional de terapia anti-retroviral.
    Dr Marijke Wijnroks, Diretor Executivo Interino do Fundo Global

    notifications_active

    Ministério da Saúde alerta sobre o aumento dos casos de Aids na faixa etária entre 15 e 24 anos.

    Cuide-se. Há consequências pela falta de uso do preservativo.


    O Brasil no mapa da Aids

    Nas pesquisas entre 2000 e 2009, houve aumento de casos de aids principalmente entre meninas adolescentes e entre jovens gays na faixa de 13 a 19 anos. No caso dos jovens gays, Mariângela Simão, à época, diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde explica que falar sobre a sexualidade é ainda mais difícil do que entre os heterossexuais. 'Eles sofrem preconceito na escola e, muitas vezes, na família. Isso faz com que baixem a guarda na hora de se prevenir, o que os deixa mais vulneráveis ao HIV'.

    O Boletim Epidemiológico brasileiro, em levantamento mais recente, destaca que entre 2006 e 2015 a taxa relativa àqueles entre 15 e 19 anos mais que triplicou, passando de 2,4 para 6,9 casos a cada 100 mil habitantes. Entre os jovens de 20 a 24 anos, a taxa dobrou, indo de 15,9 para 33,1 casos a cada 100 mil habitantes. Se em 2006 casos de aids, em razão dos sexos, era de 1,2 homens para 1 mulher; em 2015, essa razão mudou: há três casos em homens para um em cada mulher.

    A sessão de 06-JUL sobre 'A epidemia entre jovens', no Congresso de HIV e Hepatites nas Américas, contou com apresentações de especialistas acerca de dados relacionados ao aumento de novos casos de HIV/aids em jovens na América Latina.

    Esses dados absolutos do relatório não refletem, na sua totalidade, a realidade dos países da América Latina, sobretudo o Brasil, que tem um aumento expressivo de novos casos em jovens gays e HSH (homens que fazem sexo com homens), enquanto o relatório Global da Unaids aponta que as mulheres jovens são a população mais expressiva em relação aos novos casos de HIV/aids.
    Os novos casos de HIV/Aids no Brasil aumentaram em jovens do sexo masculino em todas as faixas etárias, principalmente com idade entre 20 e 24 anos, enquanto que nas mulheres jovens houve diminuição de novos registros em todas as faixas etárias, principalmente na faixa entre 25 e 29 anos.
    Diego Callisto, consultor técnico para prevenção e articulação social


    Saiba Mais
    O relatório 'WHO urges action against HIV drug resistance threat'
    A epidemia entre jovens é destaque no Congresso de HIV e Hepatites das Américas
  • Boleto vencido

    Banco do Brasil: divulgação

    Boleto vencido poderá ser pago em qualquer banco a partir de julho

    Cidadania

    blur_on Em 02/05/2017 às 18h30min. Fonte: Agência Brasil. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    A partir de julho, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) utilizará um novo sistema para pagamentos de boletos que, mesmo vencido, poderá ser pago em qualquer banco e, automaticamente, fará o cálculo de juros e multa do boleto atrasado, reduzindo a necessidade de ir a um guichê de caixa e evitará erros no cálculo.

    Na apresentação, o diretor adjunto de Operações da Febraban, Walter Tadeu, lembrou que a nova plataforma vem sendo desenvolvida desde o ano passado, devido ao elevado número de fraudes na emissão de boletos de condomínios, escolas e seguradoras, por exemplo. A federação lembra que quadrilhas enviam boletos falsos às casas, que acabam sendo pagos como se fossem verdadeiros, gerando prejuízos. Há também casos de sites maliciosos que emitem “segundas vias” com informações fraudulentas, além de vírus instalados em computadores.

    As informações de todos os boletos emitidos pelos bancos estarão na nova plataforma única, criada pela federação em parceria com a rede bancária. Na hora de pagar o boleto, os dados serão checados na plataforma. Se houver divergência de informações, o pagamento não será autorizado, e o consumidor só poderá pagar o boleto no banco que emitiu a cobrança, uma vez que somente essa instituição terá condições de conferir o que for necessário.
    Walter Tadeu, diretor adjunto de Operações da Febraban

    Cronograma

    A implantação da nova plataforma seguirá um cronograma:

    Cronograma para Início do Novo Sistema de Pagamentos de Boletos
    Data de Início Valor do Boleto
    10-JUL acima de R$ 50 mil
    11-SET acima de R$ 2 mil
    13-NOV acima de R$ 200
    11-DEZ todos os boletos

    Como se trata de uma política de cada banco, não há a informação de se boletos emitidos com o novo sistema custarão mais caro para as empresas que contratam tal serviço dos bancos.

  • desativacao-estresse

    Cartaz: divulgação

    Curso ensina técnicas voltadas ao autocontrole do estresse

    Saúde

    blur_on Em 11/07/2017 às 18h40min. Fonte: Coordenação do Curso. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    Com o objetivo de transmitir informações voltadas para a administração e desativação do estresse, o curso utiliza elementos da cinesiologia educacional (via pontos localizados no corpo), dentre outras técnicas que permitem a conscientização quanto aos agentes estressores, visando neutralizar seus efeitos nocivos. Paralelamente, estimula a auto-observação, via pensamento consciente-associativo, esclarecendo as origens comportamentais da atual situação.

    Ministrado pelo prof. Fernando Gregorio, este curso é gratuito, será voltado para alunos e servidores e acontecerá no período entre 09-AGO e 27-SET às 17h, no Campus do Valonguinho (em frente ao Plaza), Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Turismo, sala 607.

    O período de inscrições vai de 24-JUL a 08-AGO. Na página oficial há detalhes sobre o curso: Desativação do Estresse .

    O prof. Fernando Gregorio da Silva é Doutor em Ciências da Educação,Terapêuta Holístico, Terapêuta Corporal e Terapêuta em Sincronicidade: Reiki.
    Proex

unarchive Acervo

O conjunto de artigos de utilidade pública é uma fonte de consultas a artigos ainda atuais, produzidos em versões anteriores deste sítio.

  • Carteira Nacional de Habilitação - Divulgação/Denatran

    CNH: divulgação/Denatran

    Nova Carteira Nacional de Habilitação (CNH)

    Cidadania

    blur_on Em 15/09/2016 às 13h45min. Fonte: EBC. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    A partir de 02-JAN-2017, uma nova Carteira Nacional de Habilitação (CNH) será entregue aos condutores com visual diferente e mais requisitos de segurança. As mudanças serão válidas para os novos documentos, por isso os condutores não precisam fazer a troca. As carteiras atuais serão reconhecidas até a validade ou até que o condutor solicite alguma alteração de dado.

    Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito, de maio de 2016, deu prazo até 31 de dezembro para que os departamentos nacionais de Trânsito dos estados e do Distrito Federal se adequassem aos novos procedimentos. Mas a mudança causa impacto apenas no visual da CNH, os procedimentos para obter a habilitação permanecem os mesmos.

    Produzida por empresas credenciadas, em modelo único, a CNH terá papel com marca d´água, tintas de variação ótica e fluorescente e imagens secretas. Os itens de controle de segurança incluem ainda mais elementos em relevo e em microimpressão. O fundo do documento ficará mais amarelado.

    A tarja azulada, que fica no topo do documento, passará a ser preta e trará o mapa do estado responsável pela emissão do lado direito. No lado esquerdo, sob o Brasão da República, aparecerá a imagem do mapa do Brasil.

    A nova CNH terá ainda duas sequências de números de identificação nacional – do Registro Nacional e do Espelho da CNH - e uma de identificação estadual – do Registro Nacional de Condutores Habilitados (Renach).

    Carteira Nacional de Habilitação - Divulgação/Denatran

    CNH: divulgação/Denatran

  • desabrigados

    Agência Brasil

    Medicação como processo paliativo gera hipermedicação

    Saúde

    blur_on Em 17/10/2012 às 21h. Atualizado em 25/04/2017. Fonte: Agência Brasil. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) afirma que a medicação como processo paliativo para resolver rapidamente os sintomas é a realidade dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps): são muitos pacientes para poucos médicos, o que dificulta um atendimento mais cuidadoso.

    A falta de profissionais e a banalização do consumo medicamentos psicotrópicos contribuem para um quadro de hipermedicação.

    Segundo pesquisa do Departamento de Saúde Coletiva da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), pacientes com transtorno mental na rede de atenção primária de saúde e nos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Rio Grande do Sul estão sendo hipermedicados.

    Pelo mesmo caminho, há a medicalização da população, um fenômeno que transforma as situações corriqueiras em objeto de tratamento da medicina.

    Muitas vezes, a mulher chega triste ao ambulatório porque brigou com o marido, o filho foi preso, mas não chega a ter um diagnóstico de depressão. Só que, para essas situações de tristeza, ela ganha um ansiolítico, um antidepressivo para acalmar os nervos.
    Rosana Onocko-Campos - pesquisadora da Unicamp

    Para o Ministério da Saúde 'a prescrição é uma relação entre médico e paciente e não cabe ao ministério intervir'.

    Psicotrópicos são drogas que agem no sistema nervoso central. Podem ser ansiolíticos, indicados para diminuir a ansiedade e a tensão; calmantes, que causam de sonolência até o estado de inconsciência; e antidepressivos, usados para tratamento de depressão. Em sua maioria, causam efeitos adversos.
    Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP)

    Por exemplo a carbamazepina [bula]:

    • Alterações da percepção da visão, por vezes graves;
    • Nauseas Zumbidos e outros sons no ouvido alucinatórios (raro);
    • Sedação Reduz a eficácia da contracepção oral nas mulheres férteis;
    • Secura da boca Ataxia (andar rígido e anormal);
    • Dores intestinais Anemia e agranulocitose nos primeiros meses de uso apenas;
    • Reações alérgicas raras;
    • Depressão medular em altas doses (depressão respiratória potencialmente fatal).

    A tabela abaixo, referente ao Estado do Rio de Janeiro, foi mostra os cinco princípios ativos em formulações industrializadas mais consumidos (Portaria SVS/MS nº 344/1998) no período 2010 e 2011. Os dados foram gerados pelo Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) na última quinzena de julho de 2012.

    Cinco princípios ativos mais consumidos — RJ
    Princípio ativo Indicação Miligramas per capita Crescimento
    2010 2011
    CLONAZEPAM (Rivotril) Calmante 4,82 5,58 15%
    ALPRAZOLAM Calmante 1,14 1,38 21%
    BROMAZEPAM Calmante 5,68 6,05 6%
    CARBAMAZEPINA Antidepressivo 131,00 161,12 23%
    FENOBARBITAL (Gardenal) Calmante 8,39 9,04 7%
    Fonte: SNGPC/CSGPC/NUVIG/Anvisa.
    Acesse: Anvisa SNGPC Mapa interativo
  • desabrigados

    Agência Brasil

    Entenda os termos usados pela Defesa Civil

    Cidadania

    blur_on Em 27/04/2014 às 16h. Atualizado em 25/04/2017. Fonte: Agência Brasil. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    Diversas áreas foram afetadas pelo tornado que atingiu Santa Catarina, Chuvas torrenciais na Região Serrana do Rio de Janeiro e outras que exigem ações do governo estadual ou federal de auxílio à recuperação da região. Quando acontecem desastres, a defesa civil informa a situação das pessoas do local que acabam por confundir as pessoas. Por exemplo, quando avaliam o número de desabrigados e desalojados, a quem se referem?

    Desabrigado é a pessoa cuja habitação foi danificada ou está em risco de dano, necessitando de abrigo provido pelo governo.

    Desalojado é quem foi obrigado a abandonar (temporária ou definitivamente) sua habitação, em evacuações preventivas, destruição ou avaria grave, mas possui opções diferentes do abrigo provido pelo Sistema.

    Para entender melhor as notícias, acesse ao Glossário da Defesa Civil.

  • Mostre sua raça, declare sua cor

    Cartaz: divulgação

    Revertendo o legado da escravidão no Brasil: a desqualificação da cultura negra

    Cidadania

    blur_on Em 13/05/2015 às 20h. Fonte: Ministério da Saúde. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, apenas 0,19% da população cursa mestrado ou doutorado. Mais da metade da população brasileira (52,9%) é negra (soma de pretos e pardos), porém, dos 387,4 mil pós-graduandos há apenas 112 mil negros — o equivalente a menos da metade dos 270,6 mil brancos.

    Visando reduzir as dificuldades mais comuns enfrentadas pelos pós-graduandos negros a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) apresentará até o fim de junho a proposta de cotas para este grupo. Dentre os objetivos principais, o aumento do acesso desses alunos nas instituições federais em todo o país e a diversificação dos temas nas linhas de pesquisa, ampliando as de relações étnico-raciais.

    A proposta segue o que foi realizado na graduação:


    • Em 2014, 56% das 103 Universidades já atingiram a meta da Lei das Cotas prevista para 2016; esse percentual se eleva para 77,5% no caso dos 354 Institutos Federais.
    • Na média, 20% das vagas ofertadas hoje a estudantes das Universidades Federais são para pretos, pardos e indígenas.
    • Cotas nas Universidades e Institutos Federais
      Ano Nas universidades federais Nos institutos federais
        Total Cotas Total Cotas
      2013 221.650 70.849 44.507 20.448
      2014 243.383 98.121 52.414 24.222
      Total 465.033 168.970 96.921 44.670

      Fonte: Secretaria de Ensino Superior (Sesu∕MEC). Novembro 2014.

    É preciso reconhecer que um dos piores legados da escravidão ainda permanece: a cultura negra se mantém com um viés esbranquiçado, nos centros acadêmicos. É necessário ampliar o desenvolvimento de pesquisas que restabeleçam para a população em geral o valor imenso de sua contribuição, por isso, as ações afirmativas deve ultrapassar o esclarecimento. Somente com a criação de oportunidades de inclusão de negros — estudantes na pós-graduação e autores no currículo acadêmico — esse quadro poderá ser revertido.

    O professor de história Carlos Machado, no livro Ciência, Tecnologia e Inovação Africana e Afrodescendente afirma que a matemática tem origem no continente africano, assim como a astronomia e a universidade. O legado para a humanidade das conquistas de pesquisadores negros ficaram escondidas ou apagadas da história porque o eurocentrismo gerou uma percepção equivocada de que foi um legado europeu.

    Há anos eu tinha ouvido falar que as primeiras universidades do mundo tinham sido construídas na Europa, como a Universidade de Bologna no século 11, mas há notícias de universidades, centro de estudos na África já no século 30 antes de Cristo.
    Temos diversas influências africanas no nosso cotidiano, na metalurgia, selagem, na filosofia, na engenharia, na arquitetura, no urbanismo, a presença negra está além da música e da cultura, a presença negra está em vários campos do conhecimento e isso precisa ser resgatado para além do século 21.
    Esse apagamento do protagonismo negro data do processo de escravidão, iniciado no século 15, objetivando desumanizar quem era escravizado.
    Você não dominava apenas com as armas. Você dominava por meio da cultura e da religião. Então você tinha que destruir totalmente este ser humano. Então, ele tinha que abraçar totalmente a cultura europeia como se fosse a única possível. E a cultura africana foi vista como uma coisa bárbara, baixa, selvagem.
    Carlos Machado - professor de história, escritor

    Ana Flávia era graduada em jornalismo quando tentou ingressar no mestrado em comunicação social com o tema imprensa negra no século 19. Não foi aceita, o que só ocorreu no departamento de história onde se doutorou e tornou-se referência no tema, inclusive, na própria comunicação

    Uma série de preconceitos levava a restringir o estudo do tema e isso acontece em várias áreas. Existe uma incapacidade das pessoas de compreenderem que falar da experiência negra no Brasil é falar sobre a população brasileira [majoritariamente negra].
    As pessoas tendem a achar que discutir as relações raciais, discutir sobre as questões da população negra, é falar sobre algo limitado. Não é!
    Ana Flávia Magalhães Pinto - doutora em história

    Não é só estar dentro da universidade, a gente quer que o conhecimento mude, que a gente conheça autores negros, que leia sobre autores negros e não só negros pesquisando o que a universidade sempre pesquisou. Acho que a universidade reflete uma das facetas mais tenebrosas do racismo. Apaga nossas trajetórias e nosso conhecimento.
    Marcos Queiroz - mestrando em direito


    Outras referências:
  • hepatites

    Ministério da Saúde: divulgação

    Hepatites podem fazer você amarelar nas férias

    Saúde

    blur_on Em 18/11/2011 às 17h. Fonte: Ministério da Saúde. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    Seu recesso promete: praia, festas, viagens, mas a qualidade das águas (mar, rio, de beber, dos gelos, etc.), os namoros, podem ser, dentre outras, causas de várias doenças, dentre elas as hepatites.

    Hepatite é toda e qualquer inflamação do fígado e que pode resultar desde uma simples alteração laboratorial (portador crônico que descobre por acaso a sorologia positiva), até doença fulminante e fatal (mais frequente nas formas agudas).

    Hepatite A
    O vírus da hepatite A (VHA) causa uma infecção aguda que se cura espontaneamente com o passar do tempo. Geralmente é de evolução benigna e por isso dificilmente leva o indivíduo a estados graves, já que a doença não cronifica. A transmissão do vírus ocorre principalmente por via fecal-oral (ingestão de alimentos e água contaminados por fezes infectadas com o vírus.
    Hepatite B
    A infecção causada pelo vírus da hepatite B (VHB) pode estar associada com a doença aguda clássica, onde o indivíduo apresenta sintomas característicos da hepatite (síndrome gripal, fadiga, dores de cabeça, náuseas e icterícia). A gravidade da doença é variável. Alguns pacientes desenvolvem doença crônica que, se não for tratada, após alguns anos pode levar à cirrose e ao câncer de fígado. A transmissão do vírus da hepatite B (VHB) ocorre principalmente através do contato com sangue contaminado (por meio de seringas, transfusões ou ferimentos), do contato sexual (através das secreções contaminadas) e pela transmissão vertical (de mãe para filho durante a gestação ou parto).
    Hepatite D
    A infecção causada pelo vírus da hepatite D (VHD) ocorre apenas em pacientes infectados pelo vírus da hepatite B. Em pacientes cronicamente infectados pelo vírus da hepatite B, a infecção concomitante com o VHD acelera a progressão da doença crônica. A vacinação contra a hepatite B também protege de uma infecção com a hepatite D.
    Hepatite E
    É causada pelo vírus da hepatite E (VHE) e transmitida por via digestiva (transmissão fecal-oral), provocando grandes epidemias em certas regiões. A hepatite E não se torna crônica. Porém, mulheres grávidas que foram infectadas pelo vírus da hepatite E podem apresentar formas mais graves da doença. Felizmente, hábitos de higiene adequados e um melhor controle da qualidade da água utilizada pelas pessoas podem evitar o contato com esse vírus.
    Hepatite F
    DNA-vírus, transmitido a macacos Rhesus sp. em laboratório experimentalmente, através de extratos de fezes de macacos infectados. Ainda não há relatos de casos em humanos.
    Hepatite G
    O vírus da hepatite G (VHG), também conhecido como GBV-C é transmitido através do sangue, sendo comum entre usuários de drogas endovenosas e receptores de transfusões. O vírus G também pode ser transmitido durante a gravidez e por via sexual. É frequentemente encontrado em co-infecção com outros vírus, como o da hepatite C (VHC), da hepatite B (VHB) e da Aids (HIV). Acesse o sítio Hepatites virais .
  • conjuntivite bacteriana

    Ministério da Saúde: divulgação

    É preciso olho vivo para evitar a conjutivite

    Saúde

    blur_on Em 23/11/2011 às 20. Fonte: Ministério da Saúde e Wikipedia. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, uma fina membrana transparente que reveste a parte branca dos olhos e o interior das pálpebras. Pode ser de origem alérgica, infecciosa e causada por fatores externos, faz o olho tornar-se vermelho, edematoso, lacrimejante, com a sensação de que há areia dentro dele e, às vezes, liberando uma secreção, que faz com que as pálpebras fiquem grudadas quando a pessoa acorda. Pode gerar dor ao olhar para a luz (fotofobia), visão borrada e pálpebras inchadas.

    Tipos:
    • Conjuntivite alérgica: está ligada aos fatores que provocam alergia em determinadas pessoas.
    • Conjuntivite Infecciosa: é causada por vírus, bactérias e fungos. Esse tipo de conjuntivite leva aproximadamente 15 dias para se curar. Inicia-se em um olho e normalmente passa para o outro. A transmissão acontece principalmente através de objetos contaminados (toalhas, travesseiros etc). É preciso ter cuidado especial com a lavagem das mãos. O ambiente fechado é bem propício para a propagação.
    • Conjuntivite causada por fatores externos: provocada por elementos tóxicos, como substâncias químicas, cloro, fumaça.

    Piscinas não tratadas, lagos, água do mar, podem ser meios de transmissão, dependendo da contaminação da água; a secreção decorrente do processo inflamatório funciona como veículo para transmissão, por isso, esta costuma ser a fase mais propícia à transmissão. O tempo da conjuntivite varia, mas costuma durar até duas semanas nos casos simples; na conjuntivite provocada por bactérias, o tempo é muito variável.

    O tratamento varia de acordo com a causa. Podem ser recomendados pomadas e colírios para acabar com a infecção, aliviar os sintomas da alergia e diminuir o desconforto, ou uma intervenção de antibiótico na conjuntivite causada por bactérias.

    Recomenda-se:
    • Procurar assistência médica na ocorrência de sinais e sintomas de conjuntivite, evitando a automedicação.
    • Aspectos de higiene pessoal, principalmente quanto à lavagem de mãos frequente e uso e descarte de lenços descartáveis.
    • Uso individual de toalhas, maquiagem para os olhos, soluções oftálmicas e outros médicamentos conta-gotas.
    • Troca diária de fronhas.
    • Evitar freqüentar locais aglomerados quando da ocorrência de sinais e sintomas de conjuntivite: creches, escolas e local de trabalho.
  • bebida alcoólica para menores de 18 anos

    Agência Brasil

    É crime ofertar, a qualquer título, bebida alcoólica a menores de 18 anos

    Cidadania

    blur_on Em 07/05/2015 às 18h. Fonte: Ministério da Saúde. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    Com a publicação no texto da Lei nº 13.106/15 no Diário Oficial da União, virou crime ofertar, a qualquer título, bebida alcoólica a menores de 18 anos.

    A lei altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069, de 13-JUL-1990) pela retirada do condicionante 'desde que ligados apenas a produtos cujos componentes, oferecidos sem justa causa, pudessem causar dependência física ou psíquica' que havia no artigo 243 do Estatuto.

    Revoga o inciso I do art. 63 da Lei das Contravenções Penais (Decreto-Lei nº 3.688, de 03-OUT-1941), tornando a prática penalizável com detenção, de dois a quatro anos, e multa de R$ 3 mil a R$ 10 mil, se o fato não constituir crime mais grave. Como medida administrativa, a Lei 13.106/15 prevê a interdição do estabelecimento comercial infrator até o recolhimento da multa aplicada.

    Qualquer cidadão pode denunciar às autoridades infrações à lei. A fiscalização do cumprimento das novas regras está ligada aos órgãos policiais, o Ministério Público e os Conselhos Tutelares, em conjunto com o Judiciário, que garantirão a boa aplicação dos novos dispositivos legais.

    Íntegra do texto:
    Lei 13.106, de 17-MAR-2015.
  • aedesaegypti

    Ministério da Saúde: divulgação

    Dengue, Chikungunya e Zica: aprenda a diferenciar os sintomas

    Saúde

    blur_on Em 15/09/2016 às 13h45min. Fonte: Ministério da Saúde. Edição: Wellington de Oliveira Teixeira.

    O período do verão é o mais propício para essas doenças, mas não o único. E muitas pessoas confundem os sintomas e qualificam apenas como dengue, por desconhecimento das diferenças entre as doenças transmitida pelo mosquito aedes aegypti, gerador de problemas para as pessoas infectadas e para as autoridades brasileiras.

    •   Dengue Chikungunya Zica
      Doença Até 18-ABR-2015, foram 367,8 casos para cada 100 mil habitantes, definindo presença epidêmica no país da doença. Até 18-ABR-2015, houve 1.688 casos registrados de chikungunya. Os primeiros casos ocorreram em SET-2015 no Oiapoque (Amapá), sendo a virose foi provavelmente adquirida fora do país. Original da África, chikungunya significa 'aqueles que se dobram', em referência à postura curvada que doentes adotam ao sentirem fortes dores nas articulações. Provavelmente trazida para o Brasil durante a Copa do Mundo, há um caso suspeito, sem confirmação, na Bahia.
      Transmissão O vírus da dengue é transmitido pela picada do mosquito aedes aegypti Em áreas urbanas é transmitido pelo mosquito aedes aegypti, áreas rurais pelo aedes albopictus. É transmitido pelo aedes aegypti, aedes albopictus e outros tipos de aedes.
      Sintomas Febre alta (com duração de 2 a 7 dias); dores de cabeça, no corpo e nas articulações; prostração e fraqueza; dor atrás dos olhos; erupção e coceira na pele.
      Em casos graves: sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal, vômitos persistentes, sonolência, irritabilidade, hipotensão e tontura.
      Em casos extremos a dengue pode matar - Há registro de 229 óbitos, até 18-ABR-2015.
      O principal sintoma é a dor nas articulações de pés e mãos, que é mais intensa do que nos quadros de dengue; febre elevada e repentina (acima de 39º); dores de cabeça e nos músculos e manchas vermelhas na pele. Mesmo infectados, cerca de 30% dos casos não apresentam sintomas e fatalidades são raras. Febre, dores e manchas no corpo de menor intensidade que os apresentados na dengue ou na chikungunya; quadro alérgico e possíveis diarreia e sinais de conjuntivite.
      Tratamento Procurar atendimento médico para avaliar a gravidade. Recomenda-se o repouso e consumir bastante líquido. Devido ao risco de hemorragia, deve-se evitar o ácido acetil salicílico (AAS) . Não há tratamento específico. Recomenda-se o repouso e consumir bastante líquido. Devido ao risco de hemorragia, deve-se evitar o ácido acetil salicílico (AAS) . Assim como nas outras viroses, o tratamento consiste em repouso, ingestão de líquidos e remédios que aliviem os sintomas e que não contenham AAS.
    Verão: unindo forças contra a dengue
    Veja também:
    Rio em estado de alerta — a luta é contra a dengue.
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